sexta-feira, 5 de junho de 2009

La Roux - Bulletproof

Severely late on my blog reading routines, with over 1300 posts left to read, I found something really wonderful this morning on Bruno's blog, something that is still taking me on a rocket ride: one of those songs that really make me dance like a twat. Not that I can dance in any other fashion, anyway...

Miss Roux decided to disable embedding of her fancy schmancy video. But if you would be so kind to follow this link to YT you will be able not only to hear but also to watch Ms. Roux fantastic new video. HQ is a great improvement on YT, so don´t forget to click it.

(Bruno, este post é para ti só para mostrar que eu também sei falar o mesmo estrangeiro que tu. Para os outros meninos e meninas que passam por estas paragens, só tenho que pedir desculpas por estar permanentemente ausente, mas estes últimos tempos foram verdadeiramente impossíveis. Mas obrigado por continuarem a frequentar este espaço :)

P.S.: Estou a olhar para o sitemeter, façam refresh muitas vezes, sachavori :P

domingo, 8 de março de 2009

Made in Portugal

Uma musica tão bonita e genial, feita por um Português de Ontário, mas que podia perfeitamente morar em Nandufe ou Sinde. Uma musica que tenho duvidas que seja honesta, mas é, com certeza, do mais gaiteiro que há. Vivó o Telmo Miranda! Chequeraute...



(Video copiado do Bazar do António, rapaz que gosta de raparigas Portuguesas bonitas e geniais, mas com certeza bastante diferentes das mulheres do Telmo, esse engatatão...)

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Walking on a Dream dos Empire of the Sun :)

.


Walking on a dream
How can I explain
Talking to myself
Will I see again

We are always running for the thrill of it thrill of it
Always pushing up the hill searching for the thrill of it
On and on and on we are calling out and out again
Never looking down I’m just in awe of what’s in front of me

Is it real now
When two people become one
I can feel it
When two people become one

Thought I’d never see
The love you found in me
Now it’s changing all the time
Living in a rhythm where the minutes working overtime

We are always running for the thrill of it thrill of it
Always pushing up the hill searching for the thrill of it
On and on and on we are calling out and out again
Never looking down I’m just in awe of what’s in front of me

Is it real now
When two people become one
I can feel it
When two people become one
(x2) 

Catch me I’m falling down
Catch me I’m falling down
Don’t stop just keep going on
I’m your shoulder lean upon
So come on deliver from inside
All we got is tonight that is right till first light

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

««
''O casamento tem por objectivo a procriação''
(Manuela Ferreira Leite ao admitir discriminar casais gay)

Já que o casamento - diz Manuela -
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
temos que em vez de ser afeição
o que levou a casar a caduca,
foi sim a procriação
e só por isso fez truca-truca.
Sendo mãe de três rebentos,
lógica é a conclusão
de que a linda passarinha
usou com grande abnegação.
Quer isto dizer que o marido
só por três vezes apagou a vela
e, consumada a procriação,
ficou divorciada a Manuela.

d'après Natália Correia
»»

Não pude deixar de resistir copiar esta actualissima pérola da nossa literatura do blog do carlopod, com ligeirissimas adaptaçoes.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Porto final

Toda nave
ruma a porto.
Andando, navegando
ou sem terra ou mar ver.
Agrada entrar no porto
e demorar-se ancorando.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Renan Luce - La Lettre

Cheio de remorsos pelo pérfido post de algumas horas atrás, redimo-me com uma música porreirinha do Renan Luce do album Repenti (2006) chamada «La Letre».



sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

5 reais para fazer caridade

Nesta época natalícia, e para aumentar a categoria deste blog - que tão paradito tem estado - resolvi postar este vídeo sobre o respeito, a caridade e esse sentimento bonito que é o amor, sob uma perspectiva, a modos que, invulgar.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

As visitas cá do poiso

Meninas, passei-me!

Ora então não querem lá ver que a Amélia do Bichísses – aquele local onde se pode abichanar, mas com estilo – é leitora do meu bló? Melhor: não só é leitora como comentadora! Ela comenta comigo! Para não me chamarem mentiroso, leiam essas pérolas da bichanisse aqui e aqui – Bichanisse estilosa, ainda mais que esta:



Já que por cá passa, menina Amélia, explique lá o que vai ser de nozes com a sua reforma? Quem é que nos vai informar do gossip lá do guetto cor-de-rosa? Deixe-se de coisas, vá lá sua mentirosa, já toda a gente a gabou, já toda a gente disse quão fantástica e maravilhosa a menina é. Vamos esquecer aquele último post, sim? Pode ser?

Trurelooo
Esta bichice não foi patrocinada pelo bichices – mas se fosse, eu não me importava nada.

domingo, 9 de novembro de 2008

Taiti

Sol, verão, calor e bebidas com um chapeuzinho.
Nada disso: o cagente gosta mesmo é de «Tayti»

ora vejam:




Original aqui

Ó jóia! Anda cá ao ourives!
Febra booa!!!

:p

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

PSD

O laranja é o novo cor-de-burro-quando-foge.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Trouble

São os problemas do presente que resolvem os problemas do passado.

sábado, 25 de outubro de 2008

A pergunta que se levanta...

Este post vem um bocado atrasado, mas mesmo assim resolvo posta-lo

Depois de o casamento gay ter sido chumbado na AR levanta-se uma questão de particular importância. É que, após a mais ampla e profunda discussão nos media e no seio da própria sociedade civil, depois desse tópico ter estado na boca do povo, na berra enfim, depois do tópico ter sido fashion e mesmo assim ter sido bloqueado pelos mui doutos representantes desta gente á beira mar plantada, a Carrie Bradsaw dentro de mim couldn't help wonder...

Será que ser gay ainda está na moda?

Esta resposta tem imensas repercussões práticas podendo mesmo ajudar á reconversão desses pervertidos - ou invertidos? - sexuais. Toda a gente sabe que eles só se querem casar para ter mais filhos, ou seja, mais gays. Isso é extremamente perigoso e pode por em causa a nossa espécie!

Toda a gente sabe que os gays só são gays para serem diferentes - e ser fashion é ser diferente, basta perguntar a este senhor. Ora se a AR já disse que isso não é nada fashion - recusando-se a aceitar tamanha paneleirice - deixou de valer a pena ser gay.

Mesmo eu que, durante a amplíssima discussão do casamento homem-sexo-qualquercoisa, fui assumidamente gay ando discretamente a querer meter-me no armário, entre o meu colete Moschino e as camisas da Dolce&Gabana.

Pior: Pensei mesmo dar todas as minhas griffes a uma ciganita que está ao pé do Pingo Doce a vender écharpes e pashminas. Talvez ainda regateie com a rapariga e lhe puxe os cabelos para ver se ela me dá algum, mas ainda não decidi, porque ela depois chama a família dela toda para ir bater "aquela senhora".

Enfim, tenho que me ir embora porque hoje estreia um show novo no Trumps e quero ver se ainda apanho cadeira. Mas quando voltar quero ter opiniões tão bem formadas como a minha sobre este assunto na caixa de comentários - ou nos pontapés. E se disserem que hoje no Trumps não estava o máximo eu insulto-vos como as putas invejosas que vocês são - huf!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

As coisas que eu gosto...

Podia ser o Smeagol da Conceição - Ceição, para as amigas - ou talvez a Debora de Cristal. Mas não, são os Dead or Alive com a atitude macha que, sem me dar conta, habituei - pior: confesso que gosto.




Trureloo
Esta Bichisse não foi patrocinada pelo Bichisses.
Ó-KAY!?

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

«Na minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente. Começar morto para despachar logo esse assunto. Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa. Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar, receber logo um relógio de ouro no primeiro dia. Trabalhar 40 anos até ser novo o suficiente para gozar a reforma. Divertir-me, embebedar-me e ser de uma forma geral promíscuo, e depois estar pronto para o liceu. Em seguida a primária, fica-se criança e brinca-se. Não temos responsabilidades e ficamos um bébé até nascermos. Por fim, passamos 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia e depois Voila! Acaba como um orgasmo!»

Woody Allen

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

A moda

«A moda é o que nós usamos, o que os outros usam está fora de moda»

Oscar Wilde

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Um grande e virtual beijo ao meu Avó.
Os únicos lhe posso dar...

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Desculp-heim!?

Acabei de dar um salto do sofá e vim para aqui escrever isto.
Bem sei que em '97 só tinha 8 anos, e estava anos-luz de saber o que se passava em Sodoma, mas como é que isto passou ao lado de toda a gente gostava de conseguir entender.



Será possível que os U2 sejam lelés?
Não só pelo esquema cromático escolhido (o Rainbow, para os mais distraídos)
Ora vejamos:

Duetos "I'm sooo gonna kiss you": 0:52 e ss
Taileur Calça-Casaco estilo "Leather": 1:06
Guitarra estilo "Tigresse": 1:06
Vários "Hip Shake": 1:28; 1:33
Hand Move "Chona dos anos 70's":1:42
Fantasia Village People estilo Policia: 1:48 e ss
Dance moves e Booty-shakes (Vários, em especial do(a) individuo(a) gordo(a) de sexo indefinido) 2:02e ss
Hip Shake estilo "Todo-lá-dentro": 2:58 e ss
Cena "Chona no elevador": 3:02 e ss
Amostra de show "Drag" tipo "Strip soft-core": 3:16 e ss
Cena "Mais chona é impossível": 3:42
Cena "Chona drogada e alucinada": 3:57
Grito "Chona em plena sodomização": 4:16
Flash "Chona com ele na boca": 4:17
Fantasias Village People tipo "Compre-três-leve-quatro": 4:26
Nomeadamente:
Fantasia Village People calça-casaco estilo "Leather" com chapéu, colete, tiras de cabedal unidas por aro "inox", bracelete XXL em estilo "Taberneiro" com aplicação metálica, calça de cabedal com pormenor destacável cor azul na zona da pélvis;
Fantasia Village People estilo "Grumete" com chapéu e pashmina verde listada a branco;
Fantasia Village People estilo "Policia" com capacete, óculos estilo "Ray-Ban", Cinto estilo "Zara Basic", algemas e botas de cano alto em PVC;
Fantasia Village People estilo "Cowboy" em azul composta por camisa e calça, com chapéu de abas castanho estilo "Capataz" com broche dourado e lenço de seda encarnado da Hermès (comprado a parte)

##Nota aos leitores assíduos: estou cansado e vou dormir. amanha escrevo o resto. Entretanto comentem, que o assunto é verdadeiramente perturbante###

terça-feira, 30 de setembro de 2008

O “plano” Paulson em 75 segundos


via Arrastão, por

Dancas hodiernas

Pop! Pop! Pop!Pop! I'm a firecracker!



Don't defuse me...



You don't got shit on me Peter Pan!
You better stick to peanut butter

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Aula de Ciência Política Portuguesa nº1



domingo, 28 de setembro de 2008

Diário de Cornélio Suave

«« "Mas, o que não percebo, ó lerdo sobrinho: este teu hobby não tem a ver com a liberdade de expressão? E isso regula-se?”

“Então, não regula, tio? Nos jornais, na rádio e na TV…”

“Mas esses meios são escassos. Compreendo que seja necessário garantir que ouçam todos os sectores da sociedade. Agora, nos blogues, parece-me diferente: cada pessoa que ache que não está a ser ouvida é livre de iniciar o seu próprio blogue. Não se deviam aplicar as mesmas regras”.

“Diz o tio, que não percebe o problema. Se cada um pode dizer o que lhe vai na alma, é a anarquia”.

“Sempre que se conquistou uma liberdade, chegou alguém a dizer que era a anarquia e acabou com ela”, respondeu o meu tio Alfredo. »»

Excerto do Diário de Cornélio Suave
Publicado por Luís Naves in Corta-Fitas

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Era uma casa muito engraçada

Tenho andado a namorar uma casa.
Mais um dos meus difíceis amores mas este, se o imobiliário continuar em baixa, ainda é capaz de se realizar.

É uma casa muito engraçada. Não tem tecto, mas tem fachada.

São 4 andares em 40 metros quadrados de terra, num bairro típico de Lisboa, enfiado numa travessa onde os carros não passam.

Gosto tanto daquela casa que tenho medo que venha um estranho qualquer compra-la e chama-la sua. Por isso, desculpem lá amigos e interessados mas não vou revelar onde é. É o meu sonho, e parece-me que - de tempos a tempos - vou por lá passar e namora-la mais um bocado. Fazer-lhe a corte. Tentar espreitar para dentro.
Conhece-la não por fora mas conhecer aquilo que é feita por dentro. Até ao glorioso dia em que posso desflorar aquela beleza com quem tanto sonho.

Passo horas a imaginar-me a viver naquela casa.
Vejo-me entrar em casa: Em frente ficam as escadas. Á minha direita fica a sala de jantar e a seguir a cozinha. Primeiro andar: Sala. Segundo andar: Quarto(s?). Ultimo andar: O meu quarto. Se o projecto ainda permitir, utilizar a cobertura para fazer um terraço. Lindo!

Imagino o meu quarto, o closet, a minha casa de banho, a casa de banho social, as outras casas de banho, a sala de estar e de jantar, a cozinha... Sei até que material irei usar para isolar a casa.

Mas sei que nada disso existe ali. Hoje a casa não tem telhado mas tem uma fachada curiosamente bem conservada.

Para mim serve.

Ali está o que já foi, em tempos, a casa de alguém e que será, um dia, a minha casa.


Sonho, sonho imenso. Naqueles 40 m2 cabe todo sonho que um miúdo de 19 anos consegue ter. E porque sonho com ela quero-a. Não porque ela seja especialmente valiosa, mas porque eu a valorizo. Planeando, imaginando-me vivendo nela, sonhando.

Fim de semanaaaaaaaa!!!!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Don't you just love those lesbos?

(I know i do)


Opus:
Stevie Wonder - Isn't She Lovely

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Yelle - Ce jeu

Merci par les paroles, Elodie!


Com letra original e traduzida. Enjoy :)


Refrão

Fou et telemement evident
Que je n'trouve plus de sens
A ce jeu excitant
Si bon mais si lassant
Tu aimes me manipuler
Et j'aime en faire autant
Nous sommes tout deux victime
De ce doux jeu d'amants

Je f'rais l'effort, je te connais par cœur
Il suffit que je t'ignore
Pour que tu revienne en pleure
Je m'occupe de toi
Tu repars c'est ça
Toujours le même schéma
Et j'anticipe a chaques foi

Fou et telemement evident
Que je n'trouve plus de sens
A ce jeu excitant
Si bon mais si lassant
Tu aimes me manipuler
Et j'aime en faire autant
Nous sommes tout deux victime
De ce doux jeu d'amants

Passion, émotion
Et correction d'équations
J'agite la solution
Mais j'ai toujours la même sensation
C'est telement evident
Que je ne trouve plus de sens
A ce jeux excitant
Si bon mais si lassant

Je ne veux pas d'un amour sans faille
Trop parfait tu ne m'intéresse pas
Folle de toi surtout quand tu pars
Fou de moi j'y vais de ce pas
X2


Fou et telemement évident
Que je n'trouve plus de sens
A ce jeu excitant
Si bon mais si lassant
Tu aimes me manipuler
Et j'aime en faire autant
Nous sommes tout deux victime
De ce doux jeu d'amants

Je me perd parfois
Souvent c'est bien fait
Et tu caches ta joie
Parce que tu m'a eu
Comme une proie bête et gentille
Qui ne tire pas d'leçons
Du piége grossier et facile
D'un charmant garçon

Mais c'est vraiment trop facile
Des qu'tu sourie tu m'fascine
Comme un aimant sur un fil de fer
Tendue et abile
Mais c'est vraiment trop facile,
C'est ma pomme qui te fascine
Je tourne le dos pour partir
Tu sais qu'elle n'est pas acide.

Fou et telemement evident
Que je n'trouve plus de sens
A ce jeu excitant
Si bon mais si lassant
Tu aimes me manipuler
Et j'aime en faire autant
Nous sommes tout deux victime
De ce doux jeu d'amants


Maintenant, au Portugais:


Louco e tão óbvio

Que nem encontro o sentido

Deste jogo provocante,

Tão bom mas tão cansativo.

Gostas de me controlar

E eu também gosto de o fazer

Somos duas vitimas

Deste doce jogo entre amantes.


Farei o esforço, conheço te de cor

Basta ignorar-te

Para que voltes chorando

Tomo conta de ti

E tu partes de novo

É sempre o mesmo esquema

E antecipo-o todas as vezes


Louco e tão obvio

Que nem encontro o sentido

Deste jogo provocante,

Tão bom mas tão cansativo.

Gostas de me controlar

E eu também gosto de o fazer

Somos duas vitimas

Deste doce jogo entre amantes.


Paixao, emoção

E um acertar de contas

De agitados resultados.

Mas fico sempre com a sensação

Que é completamente evidente

Que não encontrarei o sentido

Deste jogo excitante

Tão bom mas tão cansativo



Não quero um amor sem falhas

Demasiado perfeito não me interessa.

Louca por ti especialmente quando te vais embora

Louca por mim que vou dar esse passo.

X2


Louco e tão obvio

Que nem encontro o sentido

Deste jogo provocante,

Tão bom mas tão cansativo.

Gostas de me controlar

E eu também gosto de o fazer

Somos duas vítimas

Deste doce jogo entre amantes.


As vezes perdia-me

E sempre me soube bem.

E tu escondes o teu gozo

Porque tiveste me

como uma presa burra e atraente.

Que não aprende a lição

Da armadilha tosca e simples

Dum rapaz encantador.


Mas é realmente muito fácil

Encantares-me quando sorris

Como um esticado fio de ferro ágil

Sobre um íman

Mas é realmente muito fácil

É a minha protuberância

(protuberância=pomme)

que te fascina

Volto as costas para partir

Tu sabes que ela não é ácida

(pomme=maça/protuberância. Ref. A Maçã ácida?)


Louco e tão óbvio

Que nem encontro o sentido

Deste jogo provocante,

Tão bom mas tão cansativo.

Gostas de me controlar

E eu também gosto de o fazer

Somos duas vítimas

Deste doce jogo entre amantes.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Mommy, when i grow up

i want to be an

ENVIRONMENTALIST!

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Vale imenso a pena ver. Tem 1hora e 16 minutos de duração é, portanto, coisa para fazer numa tarde chuvosa ou mais desinteressante. Eu perdi parte de uma óptima tarde de verão a ver isto e valeu a pena. Se não estiverem com paciência passem noutra altura, mas passem.



«O professor ganhou notoriedade quando, numa palestra, informou os alunos que poderia morrer em breve. Na universidade onde dava aulas existe uma tradição na qual os professores, em fim de carreira, podem “fingir” que estão a morrer e transmitem "as lições de vida" aos alunos.

Randy Pausch tinha 47 anos e morreu na sua casa de Virgínia, nos Estados Unidos. Foi considerado uma das 100 pessoas mais influentes do mundo pela revista Time. Os vídeos colocados no YouTube onde o professor contava como lutava contra a doença tiveram mais de 10 milhões de downloads.» [Jornal de Notícias]

terça-feira, 22 de julho de 2008

Listenig to Sade

Faz hoje uma semana que disse a M.S. – grande amiga minha – um desses enormes clichés que se dizem quando nos perguntam se ainda falamos com uma ex.. «Não há mais nada a dizer»

Saiu-me de dentro. Sem pensar. Sem deixar de ser verdade.

Há quem diga que isso é bom, passar a página – e coisas daquelas á Dr.Phil. Mas sinto falta daquilo que se passou a long long time ago, on a far away land. Hoje, em casa, a ouvir Sade, senti que o significado de tantas coisas que ela fala tinha desaparecido. Já não é mais a mesma coisa, estou esquecido do que é isso de gostar de alguém – coisa mais triste de se esquecer.

Dancei o «Your Love is King» sozinho, no meu quarto. Descobri que se puser uma mão no ombro e outra sobre o peito parece que não estou a dançar sozinho. Foi a minha droga desta noite, dançar sozinho e sentir-me acompanhado. É tão fodido estar sozinho depois de se ter estado acompanhado. Preciso de uma certa injecção de engano, directamente para a veia, para as coisas aqui em baixo não parecerem tão insonsas. Fingir que dancei acompanhado ajuda a manter a ilusão que um dia alguém voltará a ensinar-me o que Sade está a cantar.

Mas depois de tirar as minhas mãos do ombro e do peito vem a parte má do engano. O choque de voltar a realidade, a ressaca, a bad trip. Afinal estou sozinho e a música mudou, já não faz o meu género.

O problema é mesmo esse: géneros. Há por ai tanta música boa, a espera de ser encontrada, de ser tocada, apreciada… Há de todos os géneros, mas aquele que era para mim ainda não apareceu por aí. Já me pareceu ter encontrado um álbum da minha vida, mas no final da segunda música vi que aquilo não era bem o meu género. Senti-me tão traído por algo que prometia ser tão bom ter ficado tão mau, tão cedo, que abri a aparelhagem, tirei o cd, parti-o em dois e atirei-o pela janela.

Fiquei cheio de medo de perder a música na minha vida. Mas há por aí tanto cd que algum tem que satisfazer. Capas (dis)interessantes, (pouco) modernas mas com música (in)significante ou que, pelo menos, que dê para fazer um pouco de companhia numa noite que apetece estar (menos) sozinho.

Entretanto, vou continuar a levar a Sade para o meu quarto, para ela me ir fazendo um pouco de companhia, até me cansar dela e deixar de ouvir música, por uns tempos. Só até aparecer algo que valha a pena ser ouvido.

Opus: Sade – Your Love Is King

quinta-feira, 17 de julho de 2008

How much is gas?

This is kinda funny...



«Is there a gas thingy ?»


Opus: Cansei de Ser sexy - Meeting Paris Hilton
«The bitch said yeah, yeah, yeah.»

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Moby's new retro sound

O titulo diz quase tudo. O vídeo diz o resto - dirigido por Toben Seymour (Kanye West, Will.I.Am...).
É do Moby. É um mix "old-meets-new". É retro. É disco - há uns raps pelo meio (Grandmaster Caz ) mas bastante suportável.
A traveca com a grande peruca loura é a ícone Americana da noite gay Chi Chi La Rue.


Moby - I Love To Move In Here (Last Night, 2008)

Há novos blogs na lista dos blogs que sigo, entre eles o «Bichísses» que é do mais chona que há, mas é genial. Quem quiser dar umas gargalhadas deve passar por lá.

Trureloo
P.

When i'm eighty

When I'm eighty I'll die ridding the white horse!


Goldfrapp - Ride a White Horse


Now take me dancing
At the Disco
Where you buy your
Winniebago
I wanna ride on a white horse
I want to ride on a white horse

When the light turns into darkness
Will he turn up to explain us?
I wanna ride on a white horse
I want to ride on a white horse

Lend me a whole new world
All night
Feel life
oh ooh!
When is there ever sense
To love
This world
oh ooh!

In the whirlpool
We'll go deeper
In this world that's
Getting cheaper
I wanna ride on a white horse
I want to ride on a white horse

I like dancing
At the disco
I want blisters
You're my leader
I wanna ride on a white horse
I want to ride on a white horse

Lend me a whole new world
All night
Feel life
oh ooh!
When is there ever sense
To love
This world
oh ooh!

Lend me a whole new world
All night
Feel life
oh ooh!
When is there ever sense
To love
This world
oh ooh!

Oh I love this feeling
Feels like forever
Oh I love this feeling
Feels like real
Leather


Opus of the postmortem coke addict

Anuncio Pessoal

Rapaz de 19 anos, estudante, oferece-se para serviços de toda ordem:



bedroom toys

(Se tivesse feito isto há mais tempo, nesta altura estava rico…)

E tu? Quanto vales no gigolo-meter?

=P

domingo, 13 de julho de 2008

És linda, bicha!

Esta devia ter sido a música da minha vida a uns anitos atrás. Mas só conheci Amanda Lear agora e esta música, que encaixava tão bem na minha vida há uns tempos atrás, acaba por ficar um pouco desfasada. Mas continua a ser verdade. Amanda Lear: sua sabidona!


Amanda Lear - Hollywood Is Just A Dream


Hollywood is just a dream, when you're seventeen
Make-believe and lazy dream, you're upon a screen
Life is like a magazine, when you're seventeen
ah,ah... when you're seventeen.

Love is like a fairy tale, when you bought to sell
Hell is when you're sitting home, feeling all alone
And no one cares to understand what is in your head
One day you will find life is such a lie... when you're seventeen.

Hollywood is just a dream, when you're seventeen
uh,uh... when you're seventeen.
Fantasy's a make-believe,when you're seventeen
one day you will find life is such a lie
when you're seventeen.

Maybe you're too young to die,when you're seventeen
you're also too young to fly, you're too young to sin
and no one cares to understand what is in your head
One day you will find life is such a lie
not a lazy dream, when you're seventeen.

Hollywood is just a dream, when you're seventeen
one day you finded that life isn't what it seemed
love can also be lie, it can be denied.
It's your first heartache, it's your first mistake
the end of a dream.

Hollywood is just a dream, when you're seventeen
love is like a fairy tale, and you bought to sell.
Hollywood is just a dream, when you're seventeen
when you're seventeen...


Vejam tambem:
Ho Fatto l'Amore Con Me (A não perder... Obrigado ZEP!)
Queen of Chinatown
I Need A Man
These boots are made for walking
Nymphomania
Copacabana
Black holes
Miroir

Tudo da Amanda Lear

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Orais: O medo, o pânico, o horror!


Depois de ter chumbado na oral de DC – e fui com 13 a oral – ninguém espera ouvir da minha boca nada de muito positivo sobre as orais.

Mas na realidade são uns bichinhos curiosos. Daqueles que mordem no cú mas, ainda assim, são uns bichos curiosos. Detestáveis, mas muito ricos. Faço-vos um pequeno relato da minha, parece que famosa, oral de DC.

.

O assistente da cadeira – que fazia anos do dia da oral – chega com 30 mins. de atraso. A oral que devia ter começado as 8:30 só começa depois das nove. Tudo correu mal nessa manhã: desde não ter pregado olho a noite inteira passando pelo facto da máquina de café não ter funcionado e de o bar estar fechado para férias. Nervoso, cansado e sem café valeram me os cigarros.

.

Fiquei num grupo horrível: Dois dos melhores alunos do nosso ano estavam no mesmo grupo que eu. Nem que fosse por comparação já estava lixado. Mas nem calculava o quão lixado estava. Não sei a que horas começou a minha oral. Era o penúltimo num grupo de 6/7 pessoas por isso tive imenso tempo para acumular o nervosismo todo e entrar na sala com um sorrisinho daqueles bem nervosos. Trocou-se dois dedos de conversa, rápidos e de circunstância.

.

GM (o assistente): Então P., diga me lá o que é a reserva relativa

.

Tenho tempo para referir um artigo da CRP, digo matéria concorrencial pelo meio, mas sou prontamente interrompido: parece que não estou a responder á pergunta.

.

GM: Mas o que eu perguntei não é isso.

P: Ah, desculpe. Não devo ter percebido a pergunta. Pode repetir a pergunta? – digo eu olhando primeiro para o assistente e depois para o regente, ainda com o sorriso nervoso.

.

GM: O que é a reserva relativa?

P: A reserva relativa?

.

Silencio durante uns 15 segundos olho para o ar e para a CRP

.

P: Podia repetir a pergunta?

GM: O que é a reserva relativa?

.

Silencio durante os 30 segundos que demoro a encontrar um artigo que já não me lembro se cheguei a encontrar ou disse um artigo errado se o que é que foi.

..

P: Podia repetir a pergunta?

GM: O que é a reserva relativa?

.

Olho – provavelmente desesperado - para o regente da cadeira. Resolvo por me a olhar outra vez para a CRP e começo a folhear aquela merda de trás para a frente e de frente para trás. Entretanto o regente sai da sala e volta a entrar passados uns 30 segundos. Não sei dizer quanto tempo estive em silêncio. Sentada atrás de mim estava uma rapariga que conheci na faculdade e que durante o primeiro semestre vim a descobrir que os nossos pais são primos direitos – a única pessoa a assistir á oral. A certa altura já não me lembrava qual era o raio da pergunta outra vez.

.

P: Podia repetir a pergunta?

GM: Ó P. isto assim não pode ser… já é a quarta vez que pede para repetir a pergunta – Diz o assistente já meio irritado.

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Volta a fazer-se silêncio na sala. Não sei sequer para onde olhar, resolvo meter a cabeça na CRP.

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RM (o regente): O que é a interpretação conforme a constituição?

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Estava nervoso, agora fiquei em pânico: Nem sequer consegui pensar «Tou fodido»

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Sempre achei que a estória das brancas era desculpa. Nunca me tinha acontecido. Vazio, silêncio, nada. Nada… Se fosse uma aula o regente já tinha debitado um «Que horror, homem!» umas três ou quatro vezes. Como era uma oral conteve-se, mas estava escrito na cara.

A oral acaba mais ou menos aqui. Ainda perguntam o que se passa, fazem uns quantos comentários - tenho fama de ser bom aluno naquela casa, participo nas aulas práticas e em constitucional temos liberdade para participar nas aulas teóricas, coisa que faço frequentemente. Os professores conhecem me pelo nome, ninguém estava espera daquilo. Acabam por atribuir as culpas daquele infortúnio ao facto de não ter dormido e a coisa fica por aí. Dizem, por palavras mais ou menos veladas, que estão de mãos atadas e eu ainda largo um «eu compreendo» antes de me levantar da cadeira e sair da sala.

Os meus colegas estavam mesmo á porta. Devia estar completamente lívido. Depois ainda tive que falar um bocado com eles, explicar-lhes aquela miséria. É tradição ficar a espera da nota das orais. Ainda fiquei meio na dúvida se ficava se ia. Primeiro fui fumar um cigarro, a modos que para arrebitar, mas estava nas lonas. Quando voltei ainda fiquei a ouvir a conversa do DC com a CC mas rapidamente resolvi ir para casa e quebrar a tradição.

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CC: Não ficas?

P: Para quê? – Encolhendo os braços e ainda com sorrisos nervosos

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Mais tarde acabei por saber que tinha tido 5 na oral. Ridículo…

Parece que a CG ainda disse aos professores que me deviam ter passado, ou qualquer coisa do género. Eu não acho nada disso. Estou ali para ser avaliado e quero ser bem avaliado. A minha oral foi miserável, e minha nota também. Não teve conteúdo nenhum e parece-me que balbuciar não conta como forma. Não havia ali nada susceptível de ser avaliado, resultado: Não houve aproveitamento. É assim, na vida engolem-se muitos sapos e este é um deles. É para aprender. Verdade seja dita: se tivesse uma boa solidez de conhecimentos não me tinha dado um fanico e teria tido muito melhor nota.

A única coisa que parece é que podia ter sido poupado ao 5 e ter tido «falta» ou «desistência». Mas ainda «parecem-me» mais umas coisas:

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A CG ter tido a coragem de defender um colega e enfrentar os professores: Grande mulher! Não era preciso, e pior: acho até que não tem grande razão. Mas quando um gajo tem uma mulher daquela categoria a defende-lo e normal que fique (só um bocadinho) derretido.

O DC ter andado a espalhar a toda a gente o raio de chumbo que tive na oral. Na sexta-feira toda a gente que estava na oral de Civil que fui assistir sabia dessa brincadeira.

Com a carrada de rumores, mexericos e merdas que toda a gente andava a sussurrar nos corredores sobre esse gajo era normal que percebesse alguma coisa sobre a invasão que é ter toda gente a falar dele. O gajo parece muito inteligente mas, pelos vistos, não pode ser… Poucas foram as pessoas que me vieram contar os mexericos desse gajo e não ouviram um sermão para o deixar em paz. DC: Mete-te na tua vida. Filho da mãe…

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O GM (o assistente) sentiu-se tão mal com aquela situação toda que nem foi capaz de olhar para mim quando, num outro dia qualquer, o encontrei a descer as escadas. Baixou a cara e quis fingir que não me viu. Como faço com todos os professores que encontro cumprimentei-o. Ele, obviamente atrapalhado, retribuiu o cumprimento - com desilusão na voz. Se alguma vez acontecer este texto passar lhe pelas mãos digo-lhe: Ó homem! Fez aquilo que se espera que faça. Tenho pena de o ter desiludido, mas, desculpe lá, não me vou martirizar por isso. Sinto me pior por ter desiludido os meus pais, eu próprio, os meus avós… Pior: grande parte daqueles nervos são culpa minha. Não da sua. Não vale a pena... Por isso desculpe lá qualquer coisinha. A ver se para o ano não repito a gracinha. Agora, só espero é que continue olhar-me na cara quando passo por si, but no hard feelings, ok?

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É muito curioso ver o que acontece na cabeça de quem chumba numa oral.

Passa tudo pela cabeça, é incrível.

O durante é singular. A boca seca completamente, não há ponta de saliva na boca. Evapora-se como que por magia. Como se não bastasse os olhos também secam, o que para quem usa lentes é complicado. As lentes começaram a querer descer pelos olhos e vi-me obrigado a estar a escarafunchar os olhos como se fosse uma miúda num pranto.

Quando acaba mas ainda estás dentro da sala sentes-te completamente impotente. Não controlas a cabeça, está tudo embaraçado. Não sabia sequer se podia pedir para passar alguém a frente para ver se a coisa melhorava e fazer a oral depois. Como fui incapaz de me aproveitar da situação – até porque sempre achei que a estória das brancas era uma desculpa mais ou menos airosa – resolvi aguentei-me á bronca.

Depois quando se encontram os colegas fora da sala.

Primeiro não se sente nada, fica-se de cabeça a roda e sem saber como é que se vai para casa. Senti-me completamente humilhado, vexado. Depois la te orientas e vais para casa. Não vale a pena ficar a espera da nota e ficar ali a degradar mais um bocado.

Depois de me ter metido no metro no sentido errado.

Sentes te triste, deprimido. Chegas a casa e vais procurar outro curso na net. Não tens sono não tens nada.

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Depois dormes, comes, fumas um cigarro e ficas pronto para outra, até porque na próxima segunda-feira há mais festa e não há cá tempo para «coitadinhos»

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Que raio de maneira de se torturar os gajos que fazem cursos de direito.

Passa depressa é o que vale.

E ficas com aquela sensação de «fogo-no-cu» que põe um gajo assustado e o faz correr.

E o que ainda tenho que correr

Fuooodasse!

quinta-feira, 10 de julho de 2008



Resolvi adicionar uma lista com alguns blogues que vale - imenso - a pena ir visitando.
Aviso à navegação: algum conteúdo ordinário.

Best regards!

Aaaah poizéééé!


quinta-feira, 3 de julho de 2008

My very first YT video :P

Imaginem as possibilidades - Facil arrumação

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Sonny J - Handsfree

Vídeo genial da musica mais viciante da minha playlist de Verão.
Do DJ Britânico Sonny J e cantado pela Donna Hightower - a boazona vendada no clip com os "shorty-shorty" - num vídeo reminescente do classico de '82 de Michael Jackson: Thriller



If you hold my hand
Things won't be the same
If you hold my hand
Things are about to change

Summer's gone, spring is gone, life goes on and on and I'm just bored to tears
If I could find a little space to paint a smile upon my face and hide the years
If winter comes and I'm around to see the snow upon the ground, what can I do
When I don't have the will to fight the coldness of the summernights are the darkest blue

quarta-feira, 25 de junho de 2008

«A maior parte das criações da inteligência ou da imaginação desaparecem sem deixar rasto após um período que varia entre uma hora depois do jantar ou uma geração»
Schumpeter

terça-feira, 24 de junho de 2008

Double Je

La nouvelle chanson française errrm… rules!




Quand je s'rai grand je s'rai Beegees
Ou bien pilote de formule 1
En attendant je me déguise
C'est vrai ...
Que tous les costumes me vont bien
Le rouge , le noir , le blues , l'espoir, noir !
De toutes les couleurs j'aime en voir


Refrain :
C'est comme ça qu'est-ce que j'y peux x2
(Faudrait savoir ce que tu veux)
C'est comme ça qu'est-ce que j'y peux x2
(Faudrait savoir ce que tu veux)

Ouii , quand je s'rai grand ça s'ra facile
Enfin je saurai qui je suis
Oui mais,
En attendant je me défile
C'est vrai ...
je me dérobe et je me file
je pleure, je ris, j'ai peur, envie je sais !
De toutes les couleurs j'vais en voir

A qui la faute ? je suis l'un et l'autre
Double jeu
A qui la faute ? je suis l'un et l'autre

Refrain:

Quand je s'rai grand qu'on se le dise
Je s'rai vendeur dans les magasins
En attendant je me déguise
En chantant dans ma salle de bains

Refrain:

Quand je s 'rai grand je s 'rai dans le showbiz


Tradução livre

( -Ah entra, entra. Acabamos de começar. Apresento-vos um novo amigo, que temos todo o gosto de receber. Um novo amigo que veio esta noite ter connosco. Voilá. È nosso amigo, e nos somos amigos dele.

- Bom dia! Eu chamo-me Christophe

- Oláááá Chriiiiistophe

- Voilá. Está tudo bem. Tenho a certeza que os teus amigos estão ansiosos por te conhecer)


Quando crescer vou ser um dos BeeGees
Ou talvez um piloto de formula 1
E entretanto disfarço me
É verdade
Que todos os disfarces me ficam bem
Os encarnados, os pretos, os azuis, os esperançosos, negros!
Gosto de me ver de todas as cores

( - Mas que bem... Um aplauso para o Christophe!)

Refrão:

É assim que eu consigo (x2)
(Deves saber o que tu queres)
É assim que eu consigo (x2)
(Deves saber o que tu queres)

Siiim, quando crescer isso será fácil
Finalmente saberei quem sou
Sim, mas
Entretanto disfarço-me
É verdade…
Escondo-me e vou me embora
Choro, rio, tenho medo, agora sei
Quero me ver de todas as cores

De quem é a culpa? Sou quer um, quer outro
Jogo duplo
De quem é a culpa? Sou quer um, quer outro

Refrão

Quando for grande como se diz
Serei um vendedor de revistas
Entretanto disfarço-me
Cantando na minha casa de banho

Refrão

Quando for grande vou estar no showbiz!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Good New Times

Este blog estava vazio, quase com toda a certeza era um presságio disto mesmo: Good New times.

Este blog vai fazer o seguimento do Água e Sal.

Como alguns dos meus leitores do Água e Sal certamente se lembram era um blog apaixonado mas triste e descontente. O Água foi o passado. O Chuta é a Água que corre debaixo da ponte: É o presente. Alguma da literatura do Água perdeu-se, mas a que conservei será reposta (a breve trecho, espera-se) e talvez a temática dos dois, quando comparada, traga uma nova riqueza, uma evolução, novos interesses - o Chuta estava destinado a ser um Blog de contestação e não um blog pessoal, mas adquiriu um novo significado.

O conteúdo deste blog será diferente de tudo o que já fiz. A forma também. Ao invés de fazer algo "in-your-face", directo e em conexão directa com um acontecimento - como aconteceu no Água e Sal e no Quebra-gelo - quero escrever uma short-story que explora a parte negativa, a miséria humana, as fraquezas dos homens ou da lógica deles. Quero passar a falar por mensagens e não por críticas. Quero escrever com o meu código de valores e não com o meu descontentamento. A ver vamos se isto se torna verdade...


This is my manifest.

Um terno abraço aos meus leitores!
P.H.S.S.